segunda-feira, junho 12, 2006

O Rosé do Domingos

Aproveitando uma brecha no meu trabalho e olhando para a rua, sentindo na pele o calor que se está a fazer. Achei que não era descabido de todo, falar-vos de um Rosé que provei recentemente. Caramba, como é que o calor me fez recordar tal coisa!
Uma proposta interessante que veio das Terras do Sado. Domingos Damasceno de Carvalho Rosé 2005. Da responsabilidade enológica de Nuno Cancela de Abreu. Um rosé feito de um lote com syrah e aragonês. Com 13% de graduação alcoólica.
Uma cor muito bonita, quase provocatória.
Aromaticamente fresco, com boas sugestões de famboesas, morangos e bolas de neve, os tais rebuçados embrulhados em papel vermelho. Sensação de pastilha elástica.
Na boca com alguma doçura, mostrando equilibrio qb. Linha frutada, com envolvência. Atenção para que a temperatura não suba muito.
Nada de transcendente, mas cumpre muito bem a sua função. Ajudar a relaxar ao fim de um dia de trabalho. Mais uma opção que merece ser conhecida.
Já agora e para terminar, gosto mais do Quinta da Alorna Touriga Nacional Rosé, bem como do Barranco Longo Rosé.
Vou voltar para o meu trabalho. Poderá estar por aí alguém do Ministério da Educação.
Nota Pessoal: 13

2 comentários:

Jose Tomaz Mello Breyner disse...

Caro Enófilo

Achei este Damasceno demasiado doce, um autentico rebuçado. Prefiro de longe o Quinta das Giestas que por sinal também é do Nuno Cancela de Abreu. Vou comprar o Quinta da Alorna para verificar.

Parabens pelo Blog, boas notas de prova aqui encontrei com as quais me identifico na maior parte.

Pingus Vinicus disse...

Viva Zé Tomaz. Obrigado pelos comentários.
Realmente o Damasceno tem um lado doce. O tal rebuçado. Confirmo. Mas serviu para ajudar a desaparecer algum stress. Coisas da Educação!
Uma curiosidade é o Algarvio Barranco Longo. Vale a pena experimentar.
Pessoalmente continuo a gostar mais do Quinta da Alorna. Mas com toda a sinceridade, não sou um grande adepto de Rosés.

Um abraço
Rui